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### Varginha Rock City ###


Varginha sedia o ‘Caverna Rock 3’ no próximo sábado

Por RÓBERTSON FIDÉLIS

No próximo sábado (7), Varginha reúne 14 bandas para mais um festival de rock n’ roll e heavy metal. A cidade conhecida também por ‘Varginha Rock City’ recebe grupos de toda a região para o ‘Caverna Rock 3’, na Arca de Noé, a partir das 13h.

Entre as bandas, estão Black Jack Bones (Três Pontas), Sacrament (São João Del Rei), Spellbreak (Pouso Alegre), Northerend (Lavras), Abyssal (Oliveira), Black Cross (Machado), Ars Tenebrae (Pouso Alegre), além das varginhenses Não Continência, Mr. Zé, Opera Maluca, Accam’s Razor, Thyldorn, Dreadfull Hours e Florest Klam.

As duas primeiras edições do evento foram realizadas em 2006 (foto). A Arca de Noé fica no bairro Imaculada, à avenida Manoel Vida (em frente à Cooper Standard). Os ingressos estão sendo vendidos a R$ 8,00, nas lojas Shadows Store e Rock Shop.



Escrito por Robinho Banger Fidélis às 16h22
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Entrevista
Pleiades volta ao Sul de Minas nos próximos meses

A banda foi um dos destaques do último Roça ‘N’ Roll

Por RÓBERTSON FIDÉLIS

A banda Pleiades, um dos destaques da última edição do Roça ‘N’ Roll realizada em maio, estará de volta ao Sul de Minas no próximo mês. A banda vai tocar no Ice Metal Fest, que acontece em Carmo da Cachoeira-MG, no dia 28 de julho. Segundo o produtor da banda, Francisco Penteado, eles também já confirmaram presença no festival Metal das Gerais, que será realizado em setembro em Lambari-MG. Estas e muitas outras novidades você pode conferir na entrevista exclusiva feita com a vocalista do Pleiades, Cynthia Mara (foto). A garota de apenas 14 anos e dona de uma potente voz, fala da experiência de tocar para um grande público em Varginha, dos próximos objetivos da banda, influências musicais, internet e muito mais. Leia a seguir.

Como foi para vocês tocarem para milhares de pessoas no Roça ‘N’ Roll?
Cynthia: Para a Pleiades todo show é especial, seja ele pequeno ou grande. É sempre uma nova experiência. Mas confesso que tocar para tanta gente assim desperta uma grande emoção. As mãos tremem e o frio na barriga antes de subir no palco é inevitável. Mas essa sensação desaparece logo no primeiro acorde, quando percebemos que estamos ali prontos para darmos o melhor de nós. E quando a galera começa a vibrar, aí não tem quem nos segure. Estamos ali para divertir o público, mostrar nosso trabalho, mas quem acaba se divertindo somos nós, que ficamos completamente orgulhosos e empolgados com tudo aquilo que a galera nos passa, ao a multidão cantando as nossas músicas.

Vocês esperavam uma receptividade tão grande?
Cynthia: Desde que ficamos sabendo que iríamos tocar no Roça ‘N’ Roll, as expectativas foram grandes. Estávamos muito ansiosos e pensando positivo. Imaginamos diversas vezes como seria. Mas acho que nada do que pensamos se comparou ao show. Foi um momento maravilhoso que vivemos. Mais uma vez nos surpreendemos com nós mesmos e com o público.

A Pleiades foi considerada um dos destaques do festival, desbancando muitos 'marmanjos'. Como vocês enxergam isso?
Cynthia: Para nós é uma grande honra ter um reconhecimento de tamanho valor, mas não pensamos que “desbancamos” ninguém, muito pelo contrário. Pode parecer que isso é da boca para fora, mas não é. Durante o festival, assistimos aos shows das outras bandas. Claro que algumas não foram tão bem quanto outras, mas a maioria deu um “showzasso”. Ficamos muito felizes em estar ao lado de bandas que têm 3, 4, 5 anos de carreira e muita experiência e técnica para nos passar.

Quais são os objetivos da banda para o futuro próximo?
Cynthia: Após o grande show de Varginha, percebemos que subimos mais um degrau da longa escada para a realização do sonho de ser uma banda famosa. Agora estamos sonhando muito mais alto do que há um ano atrás, quando começamos. Queremos gravar o nosso CD, divulgar as nossas músicas próprias, e, claro, mais tarde sermos reconhecidos. Mas ainda falta muito. Precisamos estudar e adquirir mais experiência como músicos e de palco também. Vamos fazer muitos shows, e, se possível, viajar e divulgar a banda em todos os cantos do país.

Que linha de som a banda pretende seguir?
Cynthia: Esta é uma pergunta complicada, pois estamos começando e não sabemos ao certo o que faremos. Como banda é bem eclética, fica difícil definir um estilo. Mas a nossa maior dificuldade é conciliar o nosso gosto com o mercado musical atual (estamos muito relutantes com esta questão). Porém, apesar de sermos jovens, temos uma opinião formada, sabemos muito bem o que queremos. E não queremos ninguém nos dizendo o que vamos tocar, nem mesmo tocar somente por vender. Há muito tempo nos entregamos ao Rock ‘N’ Roll. Nosso produtor brinca que apesar de novos, temos muita responsabilidade, pois se a banda der certo podemos servir de exemplo para quem está começando. Quando começamos, há cerca de um ano, mesmo com a banda já realizando alguns shows, não imaginávamos que tocaríamos com o Deep Purple e ficaríamos em 9º lugar em um concurso da rádio BBC de Londres, disputando com outras 1.100 bandas do mundo todo. Nosso sonho, no máximo, era tocar no mesmo palco que o Sepultura, até porque eles são exemplos para nós. Isso já seria uma realização, o que se concretizou agora em Varginha. Mas Deep Purple e BBC, nem no mais louco sonho, passaria pela nossa cabeça. Tudo que tem acontecido conosco serve de aprendizado.

Quais são as maiores influências do Pleiades?
Cynthia: Como eu já disse, somos bastante ecléticos. Acho que isto nos ajuda muito na criação das músicas ou até mesmo no modo de tocar os covers. Temos influências desde o velho Rock ‘n’ Roll ao metal pesado. São bandas como Metallica, Iron Maiden, Angra, System of a Down, AC/DC, Arch Enemy, Rush, que nos inspiram e provavelmente fizeram o que somos hoje.

Qual a importância de bandas como Black Sabbath, Deep Purple, Judas Priest, Scorpions, que tiveram seu auge no rock pesado antes mesmo de vocês nascerem?
Cynthia: Tudo o que as bandas veteranas fazem refletem em nós e em toda a geração que escuta e faz rock. Acredito que todas as músicas e atitudes dessas bandas mudaram o mundo musical. Até arrisco mais, acho que se não fosse por elas não estaríamos tocando hoje o que tocamos.

O que mais marcou vocês em Varginha?
Cynthia: O carinho do público com a Pleiades. Aliás, o carinho de todo o sul de Minas. Este carinho é fantástico, nos dá ânimo e incentiva, cada vez mais, continuar nosso trabalho. A cada mensagem pela internet que recebemos sentimos como se a pessoa também estivesse fazendo parte da nossa escalada, nos empurrando um pouco mais. Em particular também nos marcou muito o público de um festival Rockefeller, em Lavras, onde tocamos em janeiro deste ano. O público estava com uma grande expectativa em relação a nossa apresentação. Gostaria de citar algumas pessoas importantes na carreira da Pleiades e que ajudaram a construir esta interação do público em Varginha: Ivanei Salgado, Rodrigo Barbieri e Maick. Não posso esquecer também do produtor do festival, Bruno Maia, que arriscou e acreditou em uma banda de meninos e a colocou no principal festival de rock de Minas e um dos principais do país.

Como vocês enxergam a Internet na divulgação do Rock ‘N’ Roll?
Cynthia: Quando bem utilizada, a Internet é a melhor ferramenta de divulgação não só do rock, mas de qualquer estilo musical. Nela você não tem limites, é atemporal. Se esta entrevista não for retirada do ar, meus netos poderão pesquisar a história da minha banda no futuro. Nosso produtor é divulgado diariamente, a todo o momento. Quando gravarmos o CD, ela será a nossa maior aliada na divulgação. Como banda independente, depende de nós e dos nossos fãs fazer com que o CD seja conhecido pelo maior número de pessoas. E a ferramenta mais prática para isso é a internet.

Valeu pela entrevista! Long Live Rock´n Roll e espero que voltem ao Sul de Minas.
Cynthia: Nós é que agradecemos o espaço e a oportunidade para falar um pouco sobre a banda. E nos aguardem, pois a Pleiades já está confirmada em mais um festival no Sul de Minas, o Ice Metal Fest, que acontecerá em Carmo da Cachoeira, no dia 28/07. O site oficial da banda é www.pleiades.art.br.



Escrito por Robinho Banger Fidélis às 17h02
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Maddame Butterfly e Mr. Zé agitam o feriadão em São Thomé

Por RÓBERTSON FIDÉLIS

Banda Maddame Butterfly de Americana-SP
 
A cidade de São Thomé das Letras, no Sul de Minas, assistiu a grandes shows de rock n’ roll no feriado de Corpus Christi. Muitos turistas estavam na cidade, principalmente paulistas e mineiros, que puderam acompanhar vários clássicos das décadas de 1960, 70 e 80.

A banda Mr. Zé de Varginha tocou em duas noites (quinta e sexta) no famoso Bar do 2. No repertório, pode-se destacar músicas de ‘lendas’ como Deep Purple, Led Zeppelin, Black Sabbath, AC/DC, Whitesnake, Kiss e Ramones. O grupo é formado atualmente por Igor Grandi (vocal), Betão Teixeira (guitarra), Adriano Marques (guitarra), Jaider Cardoso (baixo) e Mário Camilo (bateria). O Mr. Zé confirmou participação no 3º Caverna Rock em Varginha, festival que vai ter cobertura deste blog.

Já no sábado, quem se apresentou no Centro de Eventos da cidade, foi a caracterizada banda de Hortolândia-SP, Maddame Butterfly (foto). Ao subir no palco, foi se podia prever um som de primeira linha, baseado em hits do rock n’ roll psicodélico iniciado a cerca de quatro décadas. No set list, estavam covers de bandas nacionais e internacionais, como Mutantes, Free, Jimi Hendrix e Joe Cocker, além de músicas próprias. O Maddame Butterfly é formado com Marco Gonzalez (vocal/gaita), Paulo de La Praga (guitarra/vocal), Dimo Sanchez (baixo/vocal) e Bruno Gimenes (bateria/vocal).

No feriado, também fizeram show em São Thomé das Letras, as bandas locais Ventania e Princípio Ativo, alem de grupos de reggae. Cerca de cinco mil turistas estiveram na cidade durante o feriadão de Corpus Christi.



Escrito por Robinho Banger Fidélis às 16h41
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Bruno Maia, do Tuatha de Danann, participa da primeira ‘Metal Opera’ nacional

Por RÓBERTSON FIDÉLIS


 
Está em processo final de gravação, o projeto Soulspell Metal Opera. Trata-se da primeira obra deste tipo, feita na íntegra por músicos brasileiros. O Soulspell reúne músicos do Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O álbum sairá no segundo semestre deste ano.

Entre os convidados especiais estão Bruno Maia (Tuatha de Danann), Edu Falaschi (Angra), Leandro Caçoilo e José Cardillo (Eterna), Christian Passos (Wizards), Nando Fernandes (Hangar), Tito Falaschi (Symbols), Mário Linhares (Dark Avenger, Harllequin), Daísa Munhoz (Vandroya), Renato Tribuzy (Tribuzy), Iuri Sanson (Hibria), Fabiana Oliveira (Avantasia cover) e Daniel Manso (Fairytale).

O autor do projeto, o músico paulista Heleno Vale, diz que a trama é sobre um jovem atormentado por alucinações de suas vidas passadas, e é baseada numa história chamada "Um Legado de Honra".

O disco, gravado no estúdio Genesis Hi Tech, têm como produtor Tito Falaschi. A arte gráfica está a cargo do francês J.P. Fournier (mesmo autor das capas da Metal Opera, Avantasia, de Tobias Sammet), e a masterização este sendo feita por Mikka Jussila (Finnvox, Finlândia).

A banda que gravará o CD será formada pelos músicos Tito Falasch (baixo), José Cardillo (teclado), Daniel Manso (guitarra), Thiago Amendola (guitarra), Cleiton Carvalho (guitarra), Fabiana Doce (teclado) e Heleno Vale (bateria). Os outros convidados ficam por conta do vocal.

Segundo o site oficial do Soulspell (www.soulspell.com), as 13 faixas do primeiro álbum, mostram versatilidade, passando por momentos de tensão que remetem ao Thrash Metal, ao lado de marcantes baladas de piano, onde o Hard Rock mostra grande influência.

Um dos convidados, Renato Tribuzy, comentou sua participação no projeto: "Foi muito legal fazer parte desse projeto, fiquei extremamente surpreso com a qualidade da gravação, produção, composições e acima de tudo, com o resultado fantástico da união de todas essas feras do metal nacional. Acredito que esse será um álbum que vai dar muito que se falar ainda".



Escrito por Robinho Banger Fidélis às 17h30
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Exclusivo
Entrevista com Paulo Jr., baixista do Sepultura, na véspera do Roça ‘N’ Roll

Confira abaixo uma breve entrevista com o baixista do Sepultura, Paulo Xisto Pinto Junior, o mais antigo integrante da banda.

Por RÓBERTSON FIDÉLIS

Como está sendo a receptividade da Tour, com a nova formação, sem Igor Cavalera?
Paulo Jr - A receptividade é a melhor possível. O som ficou mais forte e renovado com a entrada do Jean Dolabella na bateria. Já fizemos aproximadamente 100 shows e estamos muito entusiasmados para a seqüência da turnê.

Como o Roça ‘N’ Roll é visto nos grandes centros como São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro?
Paulo Jr - O festival tem um certo renome, principalmente em São Paulo. Vários amigos já haviam comentado comigo sobre o Roça ‘N’ Roll. É um ótimo espaço para bandas que estão começando.

Já ouviu falar da história do ET de Varginha?
Paulo Jr - Estou sabendo que o E.T. vai até dividir o palco e tomar umas cachaças com a gente.

O que mudou na sonoridade do Sepultura desde o início?
Paulo Jr - Nunca gostamos de nos rotular, mas no início tínhamos influências mais no death metal. Com o longo do tempo, fomos conhecendo coisas novas, inclusive trazendo características do heavy metal tradicional para a banda.

Na sua opinião, quais os melhores shows da banda até hoje?
Paulo Jr - É difícil responder, a maioria dos shows foram bons. Mas um especial foi esse primeiro fora do Brasil, outro foi em 1992 com o Black Sabbath na reunião da banda, o Rock in Rio, o Hollywood Rock. Mas agora o melhor é a Turnê Brasileira. Finalmente está acontecendo!!

Qual a expectativa para o show em Varginha, primeiro da banda no Sul de Minas?
Paulo Jr – Tirando o frio, a melhor possível. Fiquei sabendo que até geou na última noite. O recado que queremos deixar ao público da região, é que estamos indo ao Roça ‘N’ Roll para destruir. Espero todos os headbangers lá!

Como vai ser o set list? Estão preparando alguma surpresa?
Paulo Jr. - O show vai ser baseado no nosso trabalho Dante XXI, mesclado com grandes sucessos da banda. Conforme andamento Do show, podemos fazer algo no improviso também.

E o frio, como enfrentar?
Paulo Jr - Não estou acostumado a beber antes do show, mas vou abrir uma exceção e tomar um ‘vinhozinho’.



Escrito por Robinho Banger Fidélis às 12h04
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Cidade do ET se transforma em ‘Varginha Rock City’

Por RÓBERTSON FIDÉLIS

Este último sábado foi bem diferente para os moradores dos arredores do ‘Melão’ na cidade de Varginha-MG. Por volta de meio-dia começou a concentração de ‘rockeiros’ caracterizados para o 9º Roça ‘N’ Roll. Excursões de diversas partes do país, inclusive de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre chegavam para um dos maiores festivais nacionais do gênero. Muitas cidades da região também marcaram presença.

Por volta das 15h, o que se via era uma multidão de ‘preto’ ansiosa para o início dos shows. A abertura dos portões marcada para às 13h, atrasou no mínimo três horas, o que comprometeu o andamento do festival. Segundo a organização, o atraso se deu por eventos esportivos que eram realizados no Estádio Municipal. A entrada só foi liberada, quando os atletas encerraram as atividades.

Resolvido o problema, entrada liberada, o som começou para valer! A primeira banda a tocar foi o Alcholica (Metallica cover). Na seqüência vieram Extreme Action, Alpha Scorpii, Barbarian, Skyeart, Necrophobia, Lethal Fear, Phobia Punk Rockers, Statik Majik, Pleiades, Foxtrott, Sepultura, Lothloryen, Imago Mortis, Exxótica, Harllequin e Descerebration.

Entre os destaques desta edição do Roça ‘N’ Roll pode-se citar a molecada do Pleiades, que deixou muito adulto no chão com uma grande performance. Além disso, eles tiveram a honra de tocar em seu show, o hino do festival.

Sepultura 
Por volta da meia-noite, o momento mais esperado pelas 10 mil pessoas presentes no festival. Pela primeira vez o Sepultura sobe em um palco na região. O público espalhado pelo estacionamento se concentrou próximo ao palco principal. A banda tocou várias ‘pancadas’ aguardadas pelos fãs, entre elas clássicos como Roots Bloody Roots, Convicted In Life, Territory, Orgasmatron (Motorhead), Bullet The Blue Sky, entre outros.

Algumas bandas tiveram que tocar após o Sepultura, já com um público menor. Entre estas, o Exxótica foi quem mais chamou atenção do público, com um hard rock cantado em português e muita energia no palco. Após o fim deste show, muitos ficaram com a sensação de ‘quero mais’. Sem contar a crítica feita à banda anterior.

Festa de abertura
A sexta-feira foi de aquecimento para o que vinha no dia seguinte. A ‘Festa de Abertura’ teve ótimos shows. Subiram ao palco, as bandas Aura Mazda, Black Jack Bones, Zarg, Destroyer (Kiss cover), Ventania e Made In Brazil. Esta última agitou o público presente com grandes clássicos da década de 70. O Destroyer foi uma cópia fiel do original, com maquiagem, teatro e tudo mais.



Escrito por Robinho Banger Fidélis às 16h57
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